Sobre

Este blog é o canal de interlocução do Grupo de Trabalho sobre Regularização de Territórios Quilombolas em Minas Gerais – GT RTQ-MG.

O GT RTQ-MG é um grupo formado por ativistas e estudiosos da temática quilombola em Minas Gerais. Inicialmente o grupo tinha como objetivo debater e formular junto aos quilombolas e poder legislativo estadual um projeto de lei, que em consonância com o Decreto 4887/2003 agilizasse a regularização territorial das comunidades quilombolas, incluindo esta política no rol das responsabilidades do Estado de Minas Gerais, tal qual já acontece em outras unidades federativas. No final do ano de 2007, com o apoio do Gabinete do Deputado Durval Ângelo, foi realizado um debate público na Assembléia Legislativa de Minas Gerais e a apresentação do projeto de lei (que se encontra em tramitação na ALMG) elaborado pelo GT RTQ-MG em parceria com os quilombolas e outros grupos interessados na temática. Diante da grave situação na qual se encontra a política pública de regularização fundiária quilombolas e das seguidas e constantes violações dos direitos das Comunidades Quilombolas em nosso estado, os membros do GT RTQ-MG decidiram pela continuação do mesmo, e para tanto se reúnem periodicamente para trabalhar as questões quilombolas e acompanhar / articular estratégias de lutas e mobilizações junto com as lideranças quilombolas e a Federação das Comunidades Quilombolas de Minas Gerais. Hoje o GT RTQ-MG é um dos membros do Fórum Quilombola de Minas Gerais, que surgiu já em resposta às articulações levadas a cabo pelos quilombolas com nosso apoio. Além disso, é o editor deste blog e de um Fórum Virtual (http://www.forumquilombola.com.br) dedicado à discussão sobre a temática.

5 respostas para Sobre

  1. José Ricardo disse:

    Valiosa esta iniciativar de publicizar as atividades do grupo.

  2. Muito bacana a página!

    Vou acresetá-los na página que mantenho especialmente às comunidades quilombolas.

    Abs,

  3. Kerley José Freitas da Silva disse:

    Fico feliz em saber que existem instituições como esta preocupadas com a “Questão” quilombola. Em breve publicarei um livro que é uma versão modificada de minha Monografia de graduação em História, que trato do tema “Identidade” em uma comunidade quilombola em Macapá no Estado do Amapá. No livro, também há capítulos dedicados a luta negra (tráfico, escravidão, a formação de quilombos históricos, abolição e a formação dos quilombos contemporâneos. Caso possam me ajudar com mais detalhes sobre a atual situação de reconhecimento e titulação de terras quilombolas no Brasil, ficarei ainda mais feliz posi con esses dados posso enriquecer mais o meu trabalho. Parabéns pela iniciativa e pelo conteúdo.

  4. É uma imensa satisfação ler o que foi produzido a respeito da formação dos quilombos no Brasil, meu pesar é pelas raras publicações sobre o tema que ao meu ver, é ainda fundamental para que no futuro a população negra barsileira como um todo, deixe de sofrer com preconceitos, discriminação e racismo, mesmo velado, pois mesmo que muitos insistam em afirmar que o racismo é um fato do passado, ele estar presente o tempo todo entre nós e, o negro é o sujeito mais antingido simplesmente pela cor da pele.
    No Amapá, existem muitas comunidades remanescentes de quilombo (cerca de 169 de acordo com o CCADA). Todavia, apenas 3 foram tituladas desde a promulgação da Constiuição de 1988. O Quilombo do Curiaú foi o primeiro a ser reconhecido e titulado pela Fundação Cultural Palmares em 1999. As outras duas são as Comunidades de Mel da Pedreira e Conceição do Araguarí. Existem ainda 10 processos em andamento tramitando no INCRA/AMAPÁ, um deles é o da Comunidade negra Lagoa dos Índios que estar com problemas na titulação devido a falta de uma Laudo Antropológico e outras decisões. Muito diferente dos comentários ignorantes de pessoas sem conhecimento de causa, principalmente das regiões Sudeste e Sul, discriminão a Amazônia onde está localizado o Estado do Amapá. Nós estamos vivos, temos universidades, temos riquezas naturais, é o Estado mais preservado do Brasil e talvez do mundo, as pessoas precisam respeitar a nossa cultura, pos somos um povo que respira e contribui abundatemente para o crescimento desse país tanto ou mais que os outros, preservamos os nossos recursos naturais, preservamos nossa cultura e somos felizes, pois nos preocupamos com o futuro de nossos descendentes, coia que o povo do Sul parace não dar a importância devida. Somos do Norte, somos amazônidas urbanos e ribeirinhos, mas fazemos parte de uma sociedade maior, a sociedade brasileira.

  5. BOA NOITE, SOU NUTRICIONISTA DO COMSEA DE FEIRA DE SANTANA -BAHIA E FIQUEI MUITO CONTENTE COM ESTE BLOG. POR DEFENDER OS DIREITOS HUMANO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA, E OS DIREITOS DE INDÍGENAS E QUILOMBOLAS. PARABÉNS.

    FERNANDA GOMES

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